| Índice permaneceu em 53,8 pontos no mês passado, informa Confederação.
Otimismo dos empresários, entretanto, está menor em novembro, revela. Nível de atividade está acima do usual para o mês
O indicador do nível de atividade da construção civil, calculado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), permaneceu estável em 53,8 pontos em outubro deste ano, o mesmo valor do mês anterior, revelou a entidade nesta sexta-feira (26).
Os indicadores da pesquisa variam de zero a cem. Valores acima de 50 pontos indicam crescimento ou expectativas positivas.
"O setor mantém-se aquecido, ou seja, o nível de atividade está acima do usual para o mês. O índice que compara o nível de atividade efetivo com o usual situou-se em 54,1 pontos em outubro, significativamente acima de 50 pontos", acrescentou a CNI.
A pesquisa foi feita com 423 empresas de todo país, sendo 198 pequenas, 169 médias e 56 grandes, entre 29 de outubro e 19 de novembro deste ano.
Segundo a CNI, o crescimento da atividade do setor é sustentado pelas grandes empresas (indicador de 58 pontos), uma vez que os ritmos de crescimento das médias (com índice de 51,5 pontos) e das pequenas (52 pontos) foram mais modestos (quanto mais próximo de 50
pontos, menor a intensidade do crescimento).
Expectativas para os próximos seis meses
Em novembro, por sua vez, os empresários mantêm-se otimistas, mas os indicadores de expectativas são inferiores aos apurados em outubro. Neste caso, o indicador de expectativas para os próximos seis meses, para o nível de atividade, ficou em 59,5 pontos em novembro, na comparação com 60,8 pontos em outubro. A redução do otimismo foi mais sentida entre os executivos das grandes empresas.
O indicador referente à expectativa sobre novos empreendimentos e serviços, por sua vez, caiu para 60,2 pontos em novembro, contra 61,2 pontos em outubro, ao mesmo tempo em que o índice sobre as perspectivas para compras de insumos e matérias-primas recuou de 59,9 pontos em outubro para 58,7 pontos em novembro. Apesar da queda, valores acima de 50 pontos ainda indicam expectativas positivas.
Fonte: Do G1, em Brasília, publicado em 26/11/2010 15h08.
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